AFA aceita mediar conversa entre Maradona e Riquelme

O presidente da Associação do Futebol Argentino (AFA), Julio Grondona, se ofereceu para mediar entre o técnico, Diego Maradona, e o jogador do Boca Juniors, Juan Román Riquelme, que disse esta semana que não joga mais pela seleção nacional.

EFE

15 de março de 2009 | 10h52

"Meu pai se ofereceu para aproximar as partes", disse neste sábado o filho de Julio Grondona, presidente do Arsenal, time da primeira divisão. "Não é bom que uma estrela como Riquelme, que sabe 100% que Maradona o quer, esteja fora da equipe", disse o dirigente em declarações a uma emissora de rádio de Buenos Aires.

"Seria muito positivo que se reunissem. Eu escutei, acho, nesta semana tão difícil, que Diego não teria problemas em sentar para tomar um café (com Riquelme)", comentou o filho de Grondona, dirigente que preside a AFA há 30 anos.

"Seria muito bom que depois da partida (das Eliminatórias da Copa) com a Bolívia (1º de abril) tivessem a oportunidade de se reunir e conversar", acrescentou.

"Tudo pode ser solucionado quando há boa predisposição. Maradona não fez uma declaração para que um jogador se sinta tão afetado. Não disse que não ia convocar, disse que não lhe servia a posição na qual joga no Boca Juniors atualmente", comentou.

"Não acho que por essa declaração mínima se chegue a uma decisão de renunciar à seleção. Parece-me estranho que duas pessoas que se gostam tanto briguem assim. Tem que haver uma solução", concluiu o dirigente.

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