África do Sul vê Copa como um marco na história

Danny Jordaan, chefe do comitê organizador da Copa do Mundo, disse nesta quarta-feira, quando faltam 50 dias para a abertura do torneio, que a disputa é um dos momentos mais importantes da história da África do Sul.

AE-AP, Agência Estado

21 de abril de 2010 | 12h31

Jordaan indicou que organizar a Copa do Mundo está em uma série de "momentos importantes que formaram o país em que vivemos agora", comparando o torneio com a saída de Nelson Mandela da prisão, em 1990, e a primeira eleição democrática da África do Sul, em 1994.

O dirigente esteve em Kimberley com o presidente sul-africano Jacob Zuma para cerimônia no estádio Galeshewe que celebrou os 50 dias que restam para o começo do torneio. A partida de abertura da Copa do Mundo será disputada entre a África do Sul e o México, no Estádio Soccer City, em Johannesburgo.

Jordaan indicou que a África do Sul calará os críticos que creem que o país é incapaz de organizar o torneio por conta da alta taxa de criminalidade e de problemas no sistema de transporte público.

"O mudo escutou muitas histórias sobre nós, algumas vezes mais negativas que positivas", disse Jordaan. "Mas este Mundial dá aos sul-africanos a oportunidade de demonstrar ao mundo quem realmente somos ao completar 16 anos de nossa democracia".

Zuma disse que o país está "mais que pronto" para organizar o torneio. Jordaan afirmou que dez estádios estão prontos, assim como a infraestrutura necessária. Também garantiu que os ingressos estão vendendo "rápido", afastando o temor de que os estádios não estejam lotados na Copa.

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