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Água Santa é exemplo para São Bernardo encarar o Palmeiras

Ciente que é 'azarão', equipe se espelha em rival do ABC no Paulistão

Daniel Batista, O Estado de S. Paulo

18 de abril de 2016 | 07h00

O São Bernardo entra em campo ciente de que é o azarão no confronto com o Palmeiras. Entretanto, garante que fará jogo duro e espera surpreender, inspirando-se em situações recentes vividas pelo time alviverde no Campeonato Paulista.

"Não sei se somos o time mais fraco de todos que avançaram, como muita gente diz. No final a gente pode falar isso. O Água Santa era muito mais fraco, foi até rebaixado, mas ganhou de quatro do Palmeiras (4 x 1). O São Paulo, time grande, com investimento milionário, ficou em 9.º na classificação geral e passou. A Ponte Preta foi 8ª e acabou sendo eliminada. O futebol está muito equilibrado e o que posso falar é que temos as piores das intenções com o Palmeiras”, disse o presidente do clube do ABC, Luiz Fernando Ferreira. 

Além do Água Santa, o Ituano, campeão estadual em 2014, também serve como referência para a modesta equipe do ABC. Apesar do discurso confiante, o dirigente admite que não imaginava chegar tão longe na competição. 

"Fizemos uma equipe para não cair, já que esse ano seriam seis os clubes rebaixados. O time engrenou e fomos mais longe, principalmente após a chegada do Sérgio (Soares, técnico)", comemorou.

 

A folha salarial do São Bernardo é de apenas R$ 340 mil. “Só o Fernando Prass ganha mais do que isso”, lembrou o dirigente. 

A preocupação de Ferreira é com o comportamento que o Palmeiras terá em campo. Ele torce para o time alviverde não entrar motivado para se recuperar da eliminação na Libertadores, o que dificultaria ainda mais as coisas para o São Bernardo. 

“É o jogo da nossa vida. Só que a responsabilidade é toda do Palmeiras, que é o time grande e joga em casa. Espero que eles não entrem mordidos em campo, pois aumentam nossas chances”, disse Ferreira.

 

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