Ivan Storti/Santos FC
Ivan Storti/Santos FC

Aguilar aposta na 'maneira de jogar' do Santos contra Goiás em jogo sem Sampaoli

Zagueiro diz que que é um desafio rodada a rodada se manter na ponta do Campeonato Brasileiro

Redação, Estadão Conteúdo

03 de agosto de 2019 | 17h43

Líder do Campeonato Brasileiro, o Santos busca se manter na liderança do torneio neste domingo, às 11 horas, quando enfrenta o Goiás, no estádio da Vila Belmiro, em Santos, pela 13.ª rodada. A equipe da casa não contará com o técnico argentino Jorge Sampaoli, suspenso, mas aposta na consistência defensiva para ficar na topo da tabela de classificação.

Um dos destaques da zaga santista, a quarta melhor do campeonato, é Felipe Aguilar, terceiro jogador que mais bloqueia finalizações no torneio. O colombiano interceptou 13 chutes, contra 18 de Gum e 16 de Igor Rabello. O zagueiro alvinegro falou sobre o desafio de seguir na ponta: "consolidar-se na primeira posição é difícil".

"Temos que seguir trabalhando jogo a jogo, fazendo o que temos feito da melhor maneira. Competir e manter a ideia de jogo. Logicamente as equipes que vêm atrás querem buscar esse primeiro lugar que estamos ocupando hoje. É muito importante fazermos nosso trabalho no dia a dia", disse Aguilar.

Vindo de seis vitórias seguidas, o time santista soma 29 pontos, com dois de vantagem sobre o Palmeiras e cinco sobre o Flamengo, terceiro colocado. "Precisamos de uma nova vitória para seguir com nossos objetivos, mantendo nossa maneira de jogar. Temos uma ideia clara de que ainda não conseguimos nada e temos um campeonato muito grande pela frente. Continuaremos encarando jogo a jogo", comentou o colombiano.

Contra o Goiás, porém, o Santos não terá o seu comandante no banco de reservas. Suspenso pelo terceiro cartão amarelo, novidade nesta edição do Brasileirão, Sampaoli será substituído por Jorge Desio, também argentino.

Braço direito do técnico santista há 25 anos, o auxiliar falou sobre o desafio de comandar a equipe diante da ausência de Sampaoli. "Ele me acompanhou em toda a carreira. Não creio que (ficar fora do banco) seja determinante para o que se passa no campo", disse Desio.

O "braço direito" ressaltou que o treinador fará a diferença, mesmo que ausente do banco de reservas. "De qualquer maneira, ele será importante para os jogadores. Trabalhamos a semana toda para sabermos o que temos que fazer", afirmou o auxiliar. Como de praxe, a escalação não foi informada.

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