Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Aguirre explica 'risco calculado' ao poupar meio time titular no São Paulo

Tricolor conseguiu vencer a Chapecoense mesmo entrando em campo com alguns reservas

Paulo Favero, O Estado de S.Paulo

20 Agosto 2018 | 11h00

O técnico Diego Aguirre correu um risco calculado contra a Chapecoense e deu certo. Ele poupou praticamente metade do time de iniciar jogando (Anderson Martins, Reinaldo, Hudson, Nenê e Rojas), mas mesmo assim garantiu os três pontos em casa. "Foi um jogo difícil. Nós tentamos fazer um planejamento, que não é de agora, pois sabíamos que teríamos uma sequência de jogos grande", explicou.

Ele já havia feito algo parecido no meio de semana, contra o Colón, pela Copa Sul-Americana, quando deixou fora seis titulares (Sidão, Bruno Peres, Arboleda, Jucilei, Everton e Diego Souza), ganhou a partida, mas foi eliminado na disputa de pênaltis. Com isso, ele descansou boa parte do seu elenco.

"Planejamos entre a comissão técnica, mas também falamos com os fisiologistas e tentamos tomar uma decisão em conjunto. Eu acredito que é melhor fazermos umas trocas em alguns momentos, porque tem o risco de machucar, e o rendimento pode cair também. Às vezes são riscos que não dão certo, mas eu tento fazer. A vitória me dá razão, e uma derrota teria sido criticada, futebol é assim", disse.

O treinador enalteceu o trabalho de sua defesa, que tem se mostrado forte mesmo com alterações. "A solidez defensiva é uma de nossas armas. Arboleda e Bruno Alves jogaram muito bem. Anderson Martins, quando joga, vai bem. Eu valorizo todos. Eu troco os zagueiros e ninguém percebe. Faz parte de um planejamento, quando se tem um nível bom de jogadores, quando posso trocar e eles estão sempre ao máximo."

 

 

 

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