Felipe Rau/Estadão 
Felipe Rau/Estadão 

Aidar nega 'briga' com Juvenal Juvêncio no São Paulo

Atual presidente estava evitando falar publicamente sobre a situação política do clube depois de racha com seu antecessor

PAULO FAVERO, O Estado de S. Paulo

30 Setembro 2014 | 19h38

As críticas de Carlos Miguel Aidar a Juvenal Juvêncio, o revide do ex-presidente e a sua consequente demissão deixaram o clima político quentíssimo no São Paulo nas últimas semanas. Mesmo assim, o atual presidente do clube fez questão de negar, nesta quarta-feira, que tenha havido qualquer briga interna.

"Não há briga. O que aconteceu foi somente a saída do Juvenal da diretoria. Aqui é regime presidencialista, então minha preocupação tem que ser com o aspecto de gestão", disse o dirigente, no Morumbi, momentos antes da partida entre São Paulo e Huachipato (Chile), pela Copa do Brasil.

Aidar vinha evitando a imprensa para não fazer declarações públicas sobre o momento político do clube, tumultuado depois do racha entre ele e Juvenal, que foi seu principal cabo eleitoral no primeiro semestre.

As reclamações do presidente do São Paulo eram referentes principalmente à situação financeira do clube. Diz ele, o quadro melhorou. "As contas já estão melhorando. No mês de agosto já tivemos as receitas maiores que as despesas", contou.

O dirigente também falou sobre o momento da equipe, que, apesar de contar com um dos elencos mais caros do País, só somou um ponto nos últimos 12 disputados. "Estamos com uma sequência desagradável, de três derrotas e um empate. Isso não é bom."

Sobre a decisão da comissão técnica de poupar Ganso e Kaká de uma só vez diante dos chilenos, preferiu não criticar, mas avisou: "É um problema da comissão, mas ela é responsável pelo resultado".

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