'Aidar que cuide de sua administração de escândalos', diz Nobre

'Aidar que cuide de sua administração de escândalos', diz Nobre

Presidente do Palmeiras se irrita com declarações do são-paulino, de que clube acertou patrocínio de R$ 15 milhões e não R$ 23 mi

DANIEL BATISTA, O Estado de S. Paulo

23 de janeiro de 2015 | 13h32

A disputa entre os presidentes de Palmeiras e São Paulo, Paulo Nobre e Carlos Miguel Aidar, parece estar longe de chegar ao fim. O dirigente palmeirense se irritou ao ser questionado nesta sexta-feira sobre as declarações do são-paulino, de que o clube acertou um patrocínio master com a Crefisa no valor de R$ 15 milhões e não R$ 23 milhões, como divulgado.

"Esse senhor participou das negociações do Palmeiras com a Crefisa? Esse senhor viu o contrato? Então, como ele pode falar algo que acontece na casa dos outros? Talvez fosse mais adequado ele cuidar de sua administração conflituosa e cheia de escândalos", disparou o palmeirense, se referindo às diversas polêmicas existentes no São Paulo desde que Aidar assumiu o comando do clube.

Nobre, que esteve presente em Itu para acompanhar o treinamento e apresentar o meia Robinho, assegurou ainda que jamais pensou na possibilidade de fechar com Crefisa para "dar um chapéu" no rival, que também negociava com a financiadora.

"No Palmeiras, negociação tocada pelo presidente não tem intermediário. E o Palmeiras não tem complexo de inferioridade de ficar entrando em disputa para provar algo para alguém. Não temos complexo de superioridade de ficar se intitulando isso ou aqui. Não fomos nós que nos declaramos campeões do século", completou.

O acordo do Palmeiras com a financiadora é válido por dois anos e a marca já estará estampada na camisa do time neste domingo, no amistoso contra o Red Bull Brasil, às 19 horas, no Allianz Parque.

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