José Patrício/AE
José Patrício/AE

Ainda fora do Palmeiras, Marcos diz que Felipão foi infeliz

Goleiro brinca com as ofensas do treinador aos jornalistas e diz que ele estava com a cabeça quente no jogo contra o Atlético-MG

ANDRÉ RIGUE, estadão.com.br

29 de outubro de 2010 | 18h23

SÃO PAULO - Famoso por declarações polêmicas, o goleiro Marcos defendeu o técnico Luiz Felipe Scolari, que na última quarta-feira, no jogo do Palmeiras contra o Atlético-MG, chamou alguns jornalistas de palhaços. "Quem sou eu para falar dele, já dei declarações piores. Mas o Felipão estava de cabeça quente e deve ser perdoado. O momento foi infeliz."

Veja também:

linkSem Marcos Assunção, Felipão coloca Lincoln como cobrador de faltas

Marcos ainda brincou com a polêmica. "Seu eu fosse chamado de palhaço, iria achar que estava na moda. Temos um deputado palhaço [Tiririca]. Os jogadores estão acostumados a ser chamados de coisas piores. É normal acontecer um deslize com a cabeça quente."

Contra o Goiás neste sábado, Marcos continuará de fora do gol do Palmeiras, em duelo na Arena Barueri, pelo Campeonato Brasileiro. Apesar de trabalhar com bola normalmente nos treinos, o goleiro só retornará quando estiver 100% recuperado de uma lesão no joelho esquerdo.

"Infelizmente não deu tempo para me recuperar totalmente", disse o goleiro, que não atua há 15 partidas. "O Brasileirão ficou apertado por causa das datas e um jogador que se machuca perde boa parte dele. Infelizmente eu fiquei de fora de muitos jogos."

Aos 37 anos, Marcos afirmou que a lesão não tem nenhuma relação com a idade. "Tem muitos jogadores mais novos que também se machucaram. Não tem nenhum time no Brasileirão que não tem jogador no departamento médico."

Marcos ainda pediu um voto de confiança para Deola, que tem feito boas apresentações no Palmeiras. "Hoje o torcedor já não pergunta tanto de mim nas ruas porque o Deola está fazendo um bom trabalho. Ele é um grande goleiro e merece a confiança."

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.