Ernesto Rodrigues/AE
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Alceu Valença inicia a festa da seleção brasileira diante da China no Recife

Cantor pernambucano agitou os torcedores e deixou o clima alegre antes da goleada nos chineses

ALMIR LEITE e PAULO GALDIERI,

10 de setembro de 2012 | 23h08

RECIFE - A música alegre e contagiante de Alceu Valença abriu ontem o show da seleção brasileira no Estádio do Arruda, no Recife. Cerca de 2h45 antes do início do amistoso com a China, o cantor e compositor pernambucano subiu ao palco montado atrás de um dos gols para uma apresentação que tornou mais agradável para quem estava nas arquibancadas e cadeiras a espera Neymar, Lucas e cia. Ele cantou as suas canções mais conhecidas, como Coração Bobo e Táxi Lunar, e agitou os torcedores.

O público foi tomando aos poucos o Arruda. Os portões foram abertos às 18 horas, mas o torcedor só começou a entrar em maior número a partir das 20h30. Cerca de um a hora depois, quando o show de Valença acabou e os jogadores entraram em campo para o aquecimento, foi saudada com entusiasmo pelo torcedor e até uma batucada apareceu em um dos setores da arquibancada.

O fato de o Arruda ter alguns claros, sobretudo atrás dos gols, espantou Marcelo de Azevedo, torcedor do Santa Cruz. “O público é diferente hoje (ontem). Normalmente, quando é jogo do Santa, enche'', tripudiou. “Mas a seleção não está empolgando.''

O teste para a Copa do Mundo funcionou parcialmente. Nas ruas próximas ao Arruda não havia ambulantes por volta das 17h30, mas alguns moradores dos arredores vendiam refrigerante, cerveja e salgadinhos das janelas de suas casas. E dentro do estádios os vendedores de água, refrigerante, biscoitos, balas e doces trabalharam livremente.

O trânsito em direção ao estádio estava complicado desde as 16 horas, mas por conta do movimento normal na cidade. As barreiras montadas pela Polícia Militar, Guarda Civil e autoridades do trânsito causou alguns transtornos nas estreitas ruas de acesso ao estádio, mas de maneira geral o esquema funcionou.

Mas houve falha., no estádio, do pessoal encarregado de orientar os torcedores. O Estado presenciou quando um senhor, em cadeiras de rodas, tentou entrar no estádio por um portão que, segundo ele, utiliza rotineiramente. O responsável pelo setor não o deixou entrar e não deu informação sobre como o torcedor deveria proceder.

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