Alemanha recusa amistoso com a seleção brasileira

Presidente da CBF José Maria Marin tenta apagar o histórico 7 a 1 sofrido nas semifinais da Copa do Mundo de 2014

Jamil Chade - Enviado especial a Istambul, O Estado de S. Paulo

12 de novembro de 2014 | 21h19

A Alemanha diz 'não' à proposta de revanche da CBF e frustra os planos do presidente da entidade, José Maria Marin, de apagar o vexame da Copa do Mundo.

Diante dos 12 gols marcados em 5 jogos e de uma zaga invicta na nova era da seleção, não são poucos na Comissão Técnica brasileira os que torciam para voltar a enfrentar a Alemanha, num esforço para diluir a humilhação da derrota de 7 x 1 nas semifinais da Copa do Mundo.

Mas, nesta quarta-feira, o treinador Dunga lamentou ontem a negativa do time campeão do mundo à proposta de um novo confronto entre Alemanha x Brasil em março. "Nós pedimos para jogar contra a Alemanha. Mas eles não puderam por questões de agenda", justificou.

O pedido foi revelado pelo Estado e havia sido uma iniciativa do presidente da CBF. 

Os alemães justificaram que precisam se concentrar para as Eliminatórias da Eurocopa 2016 e que uma partida contra o Brasil tiraria a concentração de seus jogadores.

Em seu grupo para a Eurocopa, a Alemanha está apenas na terceira posição, superada pela Polônia e Irlanda.  Em três jogos, empatou um, venceu outro e sofreu uma derrota.

Em março, o Brasil negocia um jogo contra a França, em Paris. Mas o confronto ainda não está confirmado.

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