Thiago Toledo / Ponte Press
Thiago Toledo / Ponte Press

Alheio a problema extra-campo, Eduardo Baptista quer Ponte Preta focada no Ituano

Time de Campinas enfrenta equipe de Itu no sábado, às 16h30, pela quinta rodada do Campeonato Paulista

Estadão Conteúdo

31 de janeiro de 2018 | 20h58

Alheio aos problemas extra-campo que estão agitando a Ponte Preta, o técnico Eduardo Baptista se mantém focado no trabalho junto aos jogadores. Em treino fechado realizado nesta quarta-feira, ele já testou a provável formação que vai mandar a campo diante do Ituano, em Itu (SP), neste sábado, às 16h30, pela quinta rodada do Campeonato Paulista.

Normalmente ele costuma esconder a escalação oficial, mas já tem procurado manter a mesma formação em busca de entrosamento. Após a vitória sobre o São Bento, em Sorocaba (SP), o time de Campinas (SP) lidera o Grupo B com seis pontos. Está na frente de São Paulo (4), São Caetano e Santo André (3 cada).

A única baixa é o meia Tiago Real, que tem atuado como segundo volante. Ele recebeu o terceiro cartão amarelo e vai cumprir a suspensão automática. O que pode acontecer é a improvisação de Ourinho, lateral-esquerdo emprestado pelo Santos, como meia e com Jeferson sendo mantido improvisado na esquerda, embora ele costume atuar do lado direito.

O volante João Vitor, que ficou um ano parado, ainda está fora de forma e vai entrar no time aos poucos, enquanto que Mendoza não aprovou quando foi utilizado. Até o jovem Marquinhos, formado na base, pode entrar. A dúvida ficará neste setor de meio de campo.

EXTRA-CAMPO

Na última segunda-feira houve uma reunião do Conselho Deliberativo, na qual toda a situação do clube foi passada a limpo. A Ponte Preta deve perto de R$ 10 milhões, mas a diretoria está se mobilizando para cumprir os seus compromissos. O presidente de honra Sérgio Carnielli fez um aporte financeiro para pagar funcionários e fornecedores.

Alguns casos vão mesmo ser decididos na Justiça do Trabalho porque no ano passado o clube deixou de pagar salários de alguns jogadores que não vinham sendo aproveitados no elenco, rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro. São os casos do lateral-esquerdo Fernandinho, do zagueiro Fábio Ferreira e dos volantes Jean Patrick e Naldo.

O único jogador que negocia um acordo com a direção é o goleiro Aranha, de 37 anos, que foi liberado tendo em vista que seu salário - em torno de R$ 150 mil - foge aos padrões do clube neste momento. A Ponte Preta ainda lhe deve quatro salários e pretende fazer um acordo de rescisão.

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