Ricardo Saibun/Divulgação
Ricardo Saibun/Divulgação

Alison aguarda o joelho desinchar para fazer exames no Santos

Volante se reapresenta após folga do carnaval, ainda sem saber a gravidade de sua lesão e se necessitará passar por cirurgia

Sanches Filho, O Estado de S. Paulo

17 de fevereiro de 2015 | 20h37

Alison voltou da folga de carnaval (domingo e segunda-feira) com o elenco santista, ontem à tarde, no CT Rei Pelé, mas ainda não pôde fazer o exame de ressonância magnética que vai determinar se ele vai precisar ou não operar o joelho direito, lesionado no clássico contra o São Paulo, na quarta-feira da semana passada. A explicação da equipe médica santista é que o local da contusão continua inchado o que impede a realização da ressonância. A ressonância deve ser feita até sábado, pela previsão dos médicos santistas.

O mais provável é que o resultado do exame aponte entorse grave, mas sem a necessidade de cirurgia. O volante se contundiu numa disputa de bola com Alan Kardec, nos minutos finais do jogo contra o São Paulo, e saiu de campo para ser atendido, sem utilização da maca. E após ter sido examinado, voltou para o jogo. Se houvesse comprometimento dos ligamentos ou rompimento do ligamento cruzado anterior, Alison não conseguiria nem caminhar sem ajuda.

As contusões perseguem Alison desde a sua estreia como profissional. Aos 2 minutos do jogo em que o Santos venceu o Cruzeiro por 1 a 0, em 10 de setembro de 2011, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro, ele sofreu rompimento dos ligamentos do joelho esquerdo, foi operado e ficou seis meses em recuperação. O camisa 5 voltou a sofreu lesão grave em 2012 e só retornou em janeiro de 2013, na Copa São Paulo Júnior. Se voltar a ser operado será a terceira cirurgia em menos de quatro anos.

Alison tem contrato com o Santos até dezembro de 2017 e poderá ser um dos jogadores a ser negociado na janela de transferências internacionais do meio do ano. A previsão orçamentária do clube prevê a entrada de R$ 47 milhões com a venda de jogadores neste ano.

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