Adrian Dennis/AFP
Adrian Dennis/AFP

Alisson vê Brasil 'mentalmente forte' para duelo com o México

Seleção brasileira enfrenta mexicanos nesta segunda-feira, pelas oitavas do Mundial da Rússia

Leandro Silveira, enviado especial / Samara, O Estado de S.Paulo

01 Julho 2018 | 19h02

O empate com a Suíça na estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo deixou a equipe pressionada para os compromissos seguintes na fase de grupos, mas será nesta segunda-feira que o time comandado por Tite vai encarar, de fato, o seu primeiro mata-mata. E o goleiro Alisson assegura que a equipe está mentalmente preparada para o desafio de confirmar o seu favoritismo diante do México, em Samara, a partir das 11 horas (de Brasília), pelas oitavas de final do torneio na Rússia.

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"Trabalhamos muito bem agora nos últimos dias, estamos preparados e com a cabeça muito boa, mentalmente fortes, que é aquilo que o Tite pede sempre da gente. E é melhorar o desempenho, ser efetivo na frente e consistente defensivamente", afirmou Alisson, em entrevista à CBF TV, exaltando a preparação do Brasil para o duelo com os mexicanos.

Alisson reconheceu que a seleção oscilou em seu primeiro jogo na Copa do Mundo, mas apontou que o mais importante foi que a equipe apresentou evolução nos compromissos seguintes, diante de Costa Rica e Sérvia, ambos vencidos por 2 a 0. E, na sua avaliação, o fundamental é o time ir crescendo a cada jogo, até a disputada da sonhada final.

"No futebol, a gente tenta começar bem e terminar de uma forma melhor. Crescendo no meio do percurso em todos os aspectos, defensivos e ofensivos", afirmou Alisson, que só sofreu um gol na Copa do Mundo e fez um balanço do desempenho da seleção na fase de grupos do torneio na Rússia, apontando que o Brasil chega fortalecido ao mata-mata.

 

"Acredito que na primeira partida não conseguimos impor tanto nosso ritmo. Teve um pouquinho de ansiedade de uma estreia na Copa do Mundo. Já a partir do segundo, conseguimos melhorar nosso desempenho. Criamos muitos, mas pecamos um pouco nas finalizações e o gol acabou saindo um pouquinho tarde, mas com um placar bom e justo para o que foi o jogo. E nesse terceiro jogo contra a Sérvia, com certeza, foi nossa melhor partida e talvez o adversário mais difícil de se jogar, o mais qualificado dentro do nosso grupo. Soubemos impor nosso ritmo e sofrer também um pouco, no momento em que eles estavam melhores na partida. E para uma equipe que quer vencer partidas eliminatórias isso é muito importante", avaliou.

 

 

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