Nic Bothma/EFE
Nic Bothma/EFE

Aliviada, seleção culpa cansaço por atuação ruim

Jogadores reclama do desgaste, mas reconhecem que a equipe não pode ser mais tão desatenta

Agencia Estado

15 de junho de 2009 | 14h06

BLOEMFONTEIN - O sentimento de alívio e a reclamação de cansaço permearem as entrevistas dos jogadores da seleção brasileira após a vitória por 4 a 3 sobre o Egito, em sua estreia na Copa das Confederações, depois de abrir 3 a 1 no primeiro tempo. O goleiro Júlio César reconheceu que a falta de atenção quase causou um tropeço da equipe.

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"Tivemos um momento de desatenção e em dois minutos no segundo tempo sofremos dois gols. O importante foi a vitória e tiramos um aprendizado dessa situação. A equipe não se desequilibrou e foi premiada com a vitória", analisou o goleiro da seleção brasileira. "A sensação é de alívio. Ganhando por 3 a 1, a partida estava controlada, mas sofremos o empate", completou.

Já Elano culpou o cansaço pela queda de rendimento no segundo tempo. "O primeiro tempo foi bom, mas no segundo sentimos o cansaço de dois jogos importantes nas Eliminatórias. O fuso horário e o desgaste atrapalharam", disse o meia. Ele admitiu que a seleção brasileira foi surpreendida pela reação do Egito. "Até nós ficamos assustados com os gols".

Gilberto Silva acredita que ficou a lição de que o Brasil não pode relaxar nos próximos jogos. "Não podemos aliviar em momento algum. Estava na nossas mãos e perdemos o controle do jogo. Fazia tempo que a seleção não sentia isso. A gente conversava, mas faltava perna para acertar uma jogada", disse o meio-campista, também reclamando do cansaço.

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