Cesar Greco/Agência Palmeiras
Cesar Greco/Agência Palmeiras

Allione quer Palmeiras com a bola no pé para superar o Nacional

Meia destaca necessidade do time segurar mais a bola

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

07 de março de 2016 | 17h11

As duas vitórias consecutivas do Palmeiras trouxeram calma ao clube, mas os jogadores e a comissão técnica parecem não se iludir com os bons resultados. O meia Allione espera por mais dificuldades na partida contra o Nacional-URU, quarta-feira, no Allianz Parque e acredita que o sofrimento será parecido com o do confronto com o Rosario Central.

“Vai ser um jogo muito parecido. Os dois times, tanto o argentino quanto o uruguaio, são fortes na marcação. Temos de melhorar em relação ao que fizemos contra o Central”, disse o meia, autor de dois gols nos últimos dois jogos.

Uma das preocupações do argentino com a necessidade do Palmeiras ter mais a bola no pé. O técnico Marcelo Oliveira assegurou que isso deverá acontecer após as vitórias sobre Rosario e Capivariano. “Qualquer time, quando tem a bola, vai complicar o adversário. Temos de ficar mais com ela e quando não ter a posse, pressionar para recuperar o mais rápido possível”, analisou.

Os bons resultados fizeram o clima no Palmeiras mudar a tal ponto que o argentino conseguiu até brincar com o fato de ter deixado a barbar e alguns palmeirenses começarem a chamá-lo de “Pirlo do Palmeiras”, italiano que atualmente defende o New York City.

“Minha barba cresce rápido. Cansei de tirar, ficou quatro dias e resolvi deixar para ver como ficava. Agora comecei a jogar, fiz gol e acho que não vou tirar mais”, disse o meia, que garante ter gostado das comparações com o italiano, mas sem ver muitas semelhanças físicas e técnicas.

“Gosto da comparação com ele, mas nada a ver. Tanto no estilo, quanto no jogo, ele é melhor nas duas coisas”, completou o argentino, que com os gols e as boas atuações nas últimas partidas, tem ganhado mais espaço e pode até aparecer como titular na quarta-feira.

 

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