Altitude não preocupa o Palmeiras, diz Marcos Assunção

O volante Marcos Assunção disse que os três dias de treinamento do Palmeiras em Sucre, na Bolívia, serão suficientes para que o time supere os efeitos da altitude e jogue em condições de igualdade contra o Universitário, na quinta-feira, pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana. A cidade boliviana fica a cerca de 2.800 metros acima do nível do mar.

AE, Agência Estado

12 de outubro de 2010 | 17h02

Bastante experiente, Marcos Assunção revelou que "só de dar uma corridinha já foi possível perceber os sintomas, uma certa falta de ar". Apesar disso, ele garantiu que a altitude não preocupa o Palmeiras, pois o tempo de adaptação é suficiente para encarar o jogo de quinta-feira. "Já estamos nos aclimatando muito bem e acho que isso não será um fator de muita complicação para a partida", concordou o goleiro Deola.

"Sabemos da força que o Universitário tem, até porque eliminou duas equipes grandes do continente (Colo-Colo e Cerro Porteño), mas o Palmeiras é um clube brasileiro de muita tradição e nós temos em mente o objetivo de chegar à final da competição e buscar o título. Portanto, vamos respeitar bastante o nosso adversário e jogar com muita atenção para podermos voltar ao Brasil com um bom resultado", destacou Marcos Assunção.

Sobre o rival, o volante não se mostrou preocupado com nenhum jogador em especial, mas demonstrou respeito ao time. "Não posso vir aqui e falar de um ou outro jogador. Se o Universitário chegou até esta fase da competição é porque tem um time forte, um conjunto forte, e nossa atenção tem de estar voltada para toda a equipe adversária", disse.

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