Fredy Builes/Reuters
Fredy Builes/Reuters

Alvo do Palmeiras, Borja tem média de dois gols por jogo contra times brasileiros

Atacante colombiano tem currículo que faz o clube alviverde planejar alto investimento

Ciro Campos, O Estado de S. Paulo

07 Fevereiro 2017 | 08h30

O atacante colombiano Miguel Borja é um especialista em fazer gols contra equipes brasileiras. O jogador do Atlético Nacional talvez seja pretendido pelo Palmeiras por esse currículo, já que tem na carreira somente quatro partidas diante de times do País e em todos não passou em branco. Foram oito tentos marcados nesses encontros, uma média de dois a cada partida.

A alta média de gols do colombiano e a necessidade de encontrar um substituto para Gabriel Jesus movem a diretoria do Palmeiras a tentar uma negociação com o jogador por valores próximos a R$ 40 milhões. Borja se interessa em jogar no futebol brasileiro, já que se deu bem nas poucas ocasiões em que esteve por aqui para enfrentar clubes locais.

Borja estreou pelo Nacional na semifinal da Copa Libertadores de 2016, contra o São Paulo. O atacante marcou os dois gols na vitória por 2 a 0, no Morumbi, e repetiu o feito na semana seguinte, em Medellín, quando fez mais dois. Os outros dois confrontos com equipes brasileiras foram pela Copa Sul-Americana. Em outubro, pelas quartas de final da competiação, o adversário foi o Coritiba.

Na ida, no Couto Pereira, Borja deixou o dele no empate em 1 a 1. Na volta, todos os gols da vitória por 3 a 1 também foram dele. O jogador revelado pelo Cortuluá tem sido convocado pela seleção colombiana e, curiosamente, nas únicas vezes em que veio ao Brasil e não marcou foi quando esteve à serviço da equipe nacional. Uma das ocasiões foi pelos Jogos do Rio e a outra, no Jogo da Amizade, amistoso realizado em janeiro para arrecadar dinheiro para família das vítimas do acidente da Chapecoense.

Na torcida pela vinda dele, além dos palmeirense, está o ex-colega dele de Nacional, o meia Guerra, recém-contratado pelo clube alviverde. "Espero que se ele vier, que seja para ajudar, para ser melhor. Mas isso fica com a diretoria", disse o venezuelano na semana passada.

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