Ambev nega cobrança por amistoso

A Ambev (Companhia de Bebidas das Américas), negou nesta quarta-feira estar cobrando o valor de US$ 1 milhão (cerca de R$ 2,7 milhões) da Federação chinesa de futebol para que o Brasil dispute um amistoso lá no dia 9 de fevereiro.A polêmica em torno do amistoso começou porque jornais chineses divulgaram que a CBF receberia cerca de US$ 1 milhão (R$ 2,7 milhões) para atuar em Hong Kong, em comemoração ao aniversário de 90 anos da associação de futebol local. Antes que a informação pudesse causar algum problema contábil, a assessoria de imprensa da entidade desmentiu a notícia e frisou que, por contrato, a Ambev será a única responsável e beneficiária financeira do jogo, caso ele se realize. A seleção receberá gratuitamente passagens e hospedagens."A CBF comunicou no site por uma questão contábil. O gesto deles não provocou desconforto ou foi de desaprovação. Apenas quiseram dar transparência ao episódio", explicou o gerente de Comunicações da Ambev, Alexandre Loures, em entrevista à Agência Estado na noite desta quarta. Em seguida, contestou o montante divulgado para a realização do confronto. "Esse valor é um absurdo. O que estamos cobrando é muito menos."

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