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Ameaçado, Neymar diz que Mancini o manda atacar

Jovem atacante do Santos afirma que não é o culpado pelo elevado número de gols sofridos pelo time

Sanches Filho, Agencia Estado

25 de junho de 2009 | 21h09

Com a vaga no time titular do Santos ameaçada, Neymar disse nesta quinta-feira que não concorda que o ataque do Santos deixou de ajudar a marcação depois do Campeonato Paulista. Além disso, não se acha responsável pelo elevado número de gols que o time vem sofrendo no Brasileirão. O atacante, que está entre os ameaçados de sair da equipe para a entrada do zagueiro Paulo Henrique Rodrigues, explica que recebe ordens do técnico Vágner Mancini para atacar.

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"Tenho que voltar até o meio de campo para acompanhar o volante adversário, mas minha função é de atacante. O que está acontecendo é que o Santos ataca muito. Os adversários estudaram a nossa maneira de jogar e aprenderam a maneira de nos marcar", defendeu-se.

Se Mancini decidir mesmo por sua saída no clássico contra o Palmeiras, domingo, Neymar disse que vai encarar a decisão do técnico como normal. "Quando saí do time a primeira vez fiquei triste, mas depois que Mancini falou comigo e explicou o que estava acontecendo, entendi. Agora não ligo mais."

Como teve boa atuação contra o Atlético Mineiro, apesar da derrota, Neymar acredita que reconquistou a titularidade. E tem esperança de ajudar o Santos a conseguir a terceira vitória seguida contra o time de Vanderlei Luxemburgo.

"A melhor fase da minha carreira foi nas semifinais [do Paulista]", afirmou. Ele fez um gol no primeiro jogo, na Vila Belmiro, e no outro deu passe preciso para Madson marcar e ainda sofreu o pênalti convertido por Kléber Pereira.

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