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Amigos de Teixeira descartam renúncia

O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, negou nesta sexta-feira, por intermédio de amigos, que vá renunciar ao cargo. O dirigente mantém a posição de que foi injustiçado pela CPI e que será inocentado pela Justiça. Segundo seus interlocutores, há apenas um motivo capaz de convencer o dirigente a interromper seu mandato na confederação: seria o convencimento de que as denúncias da CPI abalaram seu prestígio junto aos cartolas da Fifa.A avaliação será feita em janeiro, quando ele se encontrará com os dirigentes internacionais na reunião de renovação do Conselho Executivo da entidade. Ricardo Teixeira também negou que o ministro Carlos Melles tenha lhe sugerido renunciar, no encontro que tiveram em Brasília, na semana passada. A conversa teria girado em torno de assuntos triviais de futebol, segundo seus amigos.Para o relator da CPI, senador Geraldo Althoff (PFL-SC), o ato de renunciar é "unilateral" e, não depende, portanto, da sugestão de terceiros. Na sua avaliação, Teixeira deveria ter renunciado há mais tempo, logo que seus delitos na administração da CBF foram revelados pela CPI.

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