Técnico no Brasil é um produto descartável

A demissão de Oswaldo de Oliveira não foge do enredo das outras seis quedas de treinadores em apenas seis rodadas do Brasileiro. A regra é simples: se os resultados não aparecem, manda o técnico embora o mais rápido possível para que o time não fique flertando com o rebaixamento. Inseguros, os dirigentes imaginam que a troca por si só vai animar os jogadores em busca dos pontos perdidos.

Luiz Antônio Prósperi, O Estado de S.Paulo

10 de junho de 2015 | 02h04

Nem sempre funciona. Não se tem a mínima garantia de que o sucessor vai dar jeito no time. É o caso do Palmeiras. Oswaldo teve menos de seis meses para formar uma equipe, com 22 jogadores contratados, e conseguir as vitórias. Apesar do pouco tempo, chegou ao vice paulista perdendo o título nos pênaltis. No Brasileiro patinou em três jogos. Seja quem for o seu substituto, a ordem é vencer a qualquer custo e com tolerância zero ao erro. Ou então, que faça uma mágica antes de ser descartado como Oswaldo.

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