Andrés Sanchez critica diretor do Palmeiras e Felipão após polêmica

Reportagem do Jornal da Tarde antecipou nome do sorteado para apitar o clássico deste domingo

DANIEL BATISTA, Agência Estado

30 de abril de 2011 | 19h21

O presidente corintiano Andrés Sanchez aproveitou a entrevista coletiva que deu na manhã deste sábado para culpar Felipão, o vice-presidente palmeirense Roberto Frizzo e o jornalista Luiz Antônio Prósperi, do Jornal da Tarde, pela polêmica que surgiu depois da confirmação de Paulo César de Oliveira como árbitro do clássico deste domingo. Mas no início da tarde se arrependeu das acusações feitas ao jornalista e se desculpou com ele através de seu assessor de imprensa, Olivério Júnior.

Andrés disse que Prósperi havia agido a mando da "fonte do Palmeiras" para jogar a responsabilidade em cima do árbitro em caso de derrota do clube alviverde. O Jornal da Tarde antecipou na última quarta-feira que o sorteio na Federação Paulista de Futebol (FPF) apontaria o nome de Paulo César para trabalhar em Palmeiras x Corinthians.

Se voltou atrás em relação ao que havia dito sobre o jornalista, o mesmo não aconteceu em relação aos palmeirenses. Em sua opinião, Frizzo foi "irresponsável" em suas entrevistas. "Como diretor de futebol, é brincadeira ele falar uma asneira dessa (de que o árbitro deveria ter sido trocado). Agora, se o árbitro errar para o Corinthians terá de sair preso. E se errar para o Palmeiras? O Corinthians já foi beneficiado e prejudicado pelas arbitragens, como todos os time (sic)".

Frizzo preferiu não quis dar o troco. "Já falei o que tinha de ser dito. Só me preocupei com a credibilidade do Paulista. Mas não temos que dar bola para isso. O Andrés está vivendo a emoção da partida e pode ter se empolgado e dito algo equivocado".

Andrés já avisou que o acordo de cavalheiros com o Palmeiras chegou ao fim. Ele se irritou com o fato de o rival ter dado apenas 5% da carga de ingressos para os corintianos. Anteriormente, havia um acerto para que a torcida visitante ficasse com todo o tobogã. "Não fomos respeitados, então na próxima será recíproco". Frizzo rebateu. "O acordo vale para turno e returno, não para jogo único".

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