Ayrton Vignola/AE
Ayrton Vignola/AE

Andrés Sanchez se reúne com Tite e garante treinador no Corinthians

Presidente está preocupado com a sequência de resultados ruins e cobra melhora imediata de desempenho

Vítor Marques, Agência Estado

29 de agosto de 2011 | 15h42

SÃO PAULO - O presidente Andrés Sanchez se reuniu no fim da manhã desta segunda-feira com o técnico Tite para avaliar o desempenho do Corinthians no primeiro turno do Campeonato Brasileiro e a queda de rendimento da equipe. Apesar das derrotas para Figueirense, dia 20, e Palmeiras, domingo, por 2 a 1, em Presidente Prudente, o treinador não tem seu emprego ameaçado.

O Corinthians teve um início avassalador no Campeonato Brasileiro, com nove vitórias e um empate nas primeira dez rodadas. Parecia uma máquina. Depois, porém, a equipe caiu de rendimento. Emperrou. Somou apenas duas vitórias nos últimos nove jogos, com quatro derrotas e três empates, e teve aproveitamento de 33,3%. Apesar disso, conseguiu manter a liderança do torneio, principalmente por causa do tropeço de concorrentes diretos, como Flamengo e São Paulo.

Andrés Sanchez está preocupado com a sequência de resultados ruins do Corinthians e, por isso, quer melhor desempenho logo no começo do segundo turno. O time recebe o Grêmio, quarta, às 18h, no Pacaembu. O dirigente fez cobranças a Tite e também conversou sobre o grupo de jogadores e o momento irregular da equipe no Campeonato Brasileiro.

Disse que não há risco de mudança de técnico. Não por enquanto. Andrés Sanchez reiteradamente defende a estabilidade no trabalho dos técnicos no Corinthians, como aconteceu com Mano Menezes, que assumiu a equipe no fim de 2007 e saiu apenas em julho de 2010 após convite para dirigir a seleção brasileira.

Tite possui contrato até dezembro e já pensa na preparação do Corinthians para o jogo com o Grêmio, pela primeira rodada do segundo turno Brasileiro. O elenco se reapresentou no CT Joaquim Grava nesta segunda-feira e o treinador sabe da necessidade de conseguir uma reabilitação imediata. Os jogadores também. Caso o Corinthians volte a tropeçar, Tite passará a ser pressionado e o discurso de Andrés de estabilidade poderá ser rapidamente esquecido.

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