Andrezinho defende Oswaldo e pede calma à torcida

A vitória no Engenhão veio, 2 a 0 sobre o Sport, na noite de quarta-feira. No entanto, a insatisfação da torcida com o futebol do Botafogo permanece. Durante a comemoração do gol de Seedorf, o segundo do triunfo, os torcedores transformaram a alegria em vaia quando os jogadores foram celebrar com o técnico Oswaldo de Oliveira. Do lado de fora do estádio, muros pichados pedindo a demissão do treinador.

AE, Agência Estado

16 de agosto de 2012 | 19h49

"A pressão não pode tirar a tranquilidade. É preciso saber lidar com isso. Os torcedores sabem que o time tem condições de dar mais. Todos nós queremos vencer", comentou o meia Andrezinho, um dos poucos poupados do descontentamento das arquibancadas.

"É claro que todos ficam chateados com este tipo de manifestação. Jogadores já foram vaiados e deram a volta por cima. O Oswaldo, até pela experiência que tem, não vai perder a convicção em seu trabalho", elogiou.

Um desafio maior se apresenta para o time carioca. Superar o líder Atlético-MG, domingo, em Belo Horizonte. Mas o tamanho da dificuldade é proporcional à confiança que o grupo conquistaria em caso de vitória.

"A nossa equipe está buscando regularidade. No Brasileiro o equilíbrio é grande. Basta ver o que aconteceu na rodada. A Portuguesa venceu o Grêmio, o Náutico venceu o São Paulo", destacou Andrezinho.

Sem Vitor Júnior e, provavelmente, Fellype Gabriel, machucados, Oliveira conta com o retorno do meia Lodeiro, da seleção uruguaia, para armar o meio-campo botafoguense.

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