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Angioni leva novo estilo ao Corinthians

Paulo Angioni foi apresentado nesta sexta-feira como novo diretor de futebol do Corinthians e não quer nem ouvir falar dos problemas que derrubaram Rivellino, seu antecessor - jogadores desmotivados e falta de dinheiro para contratações. Mas sua tarefa não será menos difícil. O time foi desclassificado na Copa do Brasil com derrota por 2 a 0 para o Vitória, quarta-feira, na Bahia, e no domingo enfrenta o Atlético-PR, às 18h, no Pacaembu, pelo Brasileiro."Estou chegando agora e gosto de analisar todos os aspectos com profundidade. Assim que constatarmos os problemas, vamos buscar as alternativas", declarou o dirigente, que foi apresentado pelo vice-presidente de futebol do Corinthians, Antônio Roque Citadini.Será uma mudança de estilos de administração. Rivellino, segundo os próprios jogadores, falava a linguagem dos ?boleiros?. Era claro, direto, objetivo. Angioni usa sua formação de psicólogo, tem linguagem rebuscada."Não vim como psicólogo. Meu trabalho será de executivo", rebateu Angioni. "Eu acreditava no projeto do Fluminense, mas tinha vontade de voltar ao Corinthians. Estou aqui pelo prazer e não pelo lado material."O atacante Jô foi um que estranhou a mudança. "Fiquei em dúvida em algumas palavras que ele (Angioni) usou, mas deu para entender." Qual foi a mensagem de Angioni? "Não sei. Não me lembro", disse Jô. Ao contrário de Rivellino, que não ia aos jogos, Angioni prometeu dedicação integral. "Com exceção de quatro compromissos já agendados, vou trabalhar de segunda a segunda. Vou aos jogos e estarei onde o Corinthians achar necessário", afirmou.O clube continua sem dinheiro e precisa de reforços. A solução, disse Angioni, será buscar alternativas criativas. Régis Pittbul e Adrianinho deverão ter suas situações definidas. "Eles podem ser felizes em outros lugares."Angioni, bem relacionado na CBF, fará um trabalho de bastidores, mas viu que sua tarefa será difícil pelo desencontro de informações. Enquanto Citadini criticava duramente a CBF pela convocação de Jô, o presidente Alberto Dualib acertava com Branco, coordenador de seleções da entidade, a situação de Jô e Rafael, que se apresentarão normalmente na segunda-feira na Granja Comary, em Petrópolis - mas Jô será liberado para o clássico contra o São Paulo, dia 30.

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