Desmond Boylan/Reuters
Desmond Boylan/Reuters

Ano de eleição no Real Madrid costuma ter contratação galáctica

Conseguir um reforço de peso é um trunfo eleitoral de Florentino Pérez

O Estado de S.Paulo

23 de março de 2017 | 11h39

Neste ano ocorrem as eleições para a presidência do Real Madrid e se o padrão dos últimos anos se repetir, um novo galáctico deve ser apresentado na próxima janela de transferências. O jornal Marca fez um levantamento mostrando que essa é uma estratégia do atual mandatário, Florentino Pérez, como trunfo eleitoral.

Em 2000, o português Luís Figo chocou os torcedores espanhóis ao trocar o Barcelona pelo maior rival. Além dele, o empresário do setor da construção e engenharia civil, também investiu nas compras de Flávio Conceição, Claude Makélélé, Pedro Munitis, César Sanchez e Santiago Solari.

Quatro anos depois, Michael Owen foi o grande presente para a torcida. O inglês chegou do Liverpool como a cereja do bolo para um elenco que já contava com Ronaldo, Zidane, Raul, Figo e Roberto Carlos. Para amenizar as críticas sobre não existir preocupação com reforços para a defesa, Walter Samuel e Jonathan Woodgate também foram contratados.

Após a renúncia de Ramón Calderón, em 2009, Florentino Pérez voltou a concorrer ao cargo e não poupou dinheiro para reunir uma segunda edição dos 'Galácticos'. Além de pagar um valor recorde para adquirir Cristiano Ronaldo do Manchester United, (R$ 256 milhões), o espanhol garantiu as chegadas de Kaká, Benzema, Xabi Alonso, Granero, Arbeloa, Albiol. 

No último pleito da equipe da capital espanhola, em 2013, uma nova grande estrela chegou: Gareth Bale. Com ele, desembarcaram no Real Asier Illarramendi, Isco, Casemiro e Dani Carvajal.

Agora, a imprensa espanhola começa a especular quem será o grande nome de 2017. Eden Hazard, Paulo Dybala, David de Gea e o jovem Kylian Mbappe são os mais cotados.

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