Bruna Prado/Reuters
Bruna Prado/Reuters

Antepenúltimo no Argentino, Boca Juniors demite o técnico Miguel Ángel Russo

Time vem de eliminações recentes na Libertadores (para o Atlético-MG nas oitavas) e na Copa Argentina (para o rival River Plate nas quartas)

Redação, Estadão Conteúdo

17 de agosto de 2021 | 17h04

A diretoria do Boca Juniors decidiu nesta terça-feira demitir o técnico Miguel Ángel Russo devido aos maus resultados recentes da equipe, que vem de eliminações recentes na Copa Libertadores (para o Atlético-MG nas oitavas de final) e na Copa Argentina (para o rival River Plate nas quartas) e de má campanha no Campeonato Argentino - é apenas o 24.º e antepenúltimo colocado de 26 participantes.

A decisão pela demissão de Miguel Ángel Russo foi tomada pelo vice-presidente do Boca Juniors, o ex-jogador e ídolo Juan Román Riquelme, junto com os demais integrantes do conselho de futebol do clube, que são Jorge Bermúdez, Raúl Cascini e Marcelo Delgado. O auxiliar Leandro Somoza e o preparador físico Damian também foram demitidos junto com o treinador.

Interinamente, o Boca Juniors terá como técnico Sebastián Battaglia, ex-meia, que é o jogador com mais títulos pelo clube, com 17 taças levantadas, e que vinha treinando a equipe B.

Esta foi a segunda passagem de Miguel Angel Russo, de 65 anos, como técnico do Boca Juniors. A primeira resultou na conquista da Libertadores, em 2007, graças a uma vitória sobre o Grêmio na decisão. Ele estava no comando da equipe desde o início de 2020 e tinha conquistado o título argentino da temporada 2019-2020, além da Copa Diego Maradona, realizada no ano passado.

Sebastián Battaglia, por sua vez, estreará no banco do Boca Juniors neste sábado em duelo contra o Patronato, pelo Campeonato Argentino, marcado para acontecer no estádio La Bombonera, em Buenos Aires. O ex-jogador estreou na função de técnico em 2018 comandando o Atlanta, na segunda divisão. Depois disso, foi auxiliar do Banfield.

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