Ivan Storti/Santos FC
Ivan Storti/Santos FC

Antes de chance no Santos, Everson sonha com gol de falta

Goleiro mostra habilidade com os pés e já fez até gol de falta contra o Corinthians, quando estava no Ceará

Redação, O Estado de S.Paulo

02 de abril de 2019 | 17h42

Contratado pelo Santos por ter a qualidade de sair jogando bem com os pés, Everson também pode demonstrar outro diferencial para conquistar seu espaço no time. O goleiro revelou nesta terça-feira que vem treinando as cobranças de falta. E embora tenha ressaltado que essa não é a sua meta principal quando entra em campo, não esconde que seria um sonho marcar o seu primeiro gol pelo clube.

"Vim aqui com a meta de defender as cores do Santos. Se tiver oportunidade lá na frente de bater, trabalharei para estar preparado e realizar o sonho de fazer um gol com a camisa do Santos. Mas meu objetivo principal é defender. E, se tiver oportunidade, vou trabalhar para buscar o meu gol", afirmou Everson, em entrevista coletiva concedida nesta terça-feira no CT Rei Pelé.

A chance para o goleiro fazê-lo pode surgir nesta quinta-feira, quando o Santos vai visitar o Atlético Goianiense para o duelo de ida da terceira da fase da Copa do Brasil. Anteriormente, o preparador de goleiros Arzul havia revelado que o técnico Jorge Sampaoli promoveria um rodízio na meta do time, com Everson atuando nas copas e Vanderlei seguindo como titular nos campeonatos.

Questionado se vai mesmo atuar em Goiânia, Everson desconversou e assegurou que o escolhido por Sampaoli vai se sair bem, também citando o terceiro goleiro João Paulo. "Arzul trabalha com a mesma carga, os três estão aptos a jogar", disse.

Contratado pelo Santos no fim de janeiro, Everson até iniciou a sua carreira no futebol paulista, dando os seus primeiros passos como profissional no Guaratinguetá. Depois, passou pelo piauiense River e pelo sergipano Confiança antes de chegar ao Ceará em 2015.

O goleiro revelou que enfrentou algumas dificuldade para se adaptar aos treinos no Santos. Mas agora já está acostumado com a rotina, o que o permite até mesmo a treinar cobranças de falta.

"Foquei nos primeiros dias nos trabalhos específicos. A metodologia é um pouco diferente da que eu vinha trabalhando no Nordeste. Aqui é mais intenso. Depois de um mês, treinei algumas faltas no tempo hábil, quando a perna não estava cansada. Quando há brecha de intervalo de trabalho que eu tenha descanso, procuro treinar", comentou.

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