Yuri Edmundo/EFE
Yuri Edmundo/EFE

Antes de estrear na Copa América, Gómez pede que Paraguai 'conduza melhor' o jogo

Zagueiro, que estava suspenso contra o Catar, quer bom resultado diante da Argentina nesta quarta-feira

Redação, Estadão Conteúdo

18 de junho de 2019 | 22h08

O zagueiro e capitão da seleção paraguaia Gustavo Gómez, que fará a sua estreia na Copa América nesta quarta-feira no jogo contra a Argentina, às 21h30, no Mineirão, em Belo Horizonte, afirmou que o time nacional precisa saber "conduzir melhor o jogo" para não correr o risco de voltar a amargar uma decepção como a que viveu em seu duelo de estreia na competição continental. No último domingo, depois de abrir 2 a 0 sobre o Catar, no Maracanã, a equipe permitiu que o adversário buscasse a igualdade por 2 a 2.

"Dos erros que cometemos, um que precisamos melhorar é a condução do jogo e isso nos faltou quando estávamos vencendo por 2 a 0. Somos um time jovem, mas temos de amadurecer um pouquinho mais. O grupo está tranquilo e quem sabe amanhã conseguiremos um bom resultado", afirmou o defensor do Palmeiras, que festejou o fato de finalmente estar liberado para defender a sua seleção nesta Copa América.

O atleta não pôde enfrentar os catarianos por ter cumprido uma suspensão referente a uma expulsão ocorrida ainda na rodada final das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2018. Ele recebeu o cartão vermelho em confronto diante da Venezuela, em outubro de 2017, em Assunção.

"Feliz por estar pronto para jogar", destacou o jogador, que exibiu confiança de que o Paraguai pode desbancar o favoritismo argentino nesta quarta. "Sabemos que a Argentina é uma grande seleção, tem Messi. Vai ser um jogo difícil, mas nós estamos preparados para enfrentá-lo", assegurou.

O técnico Eduardo Berizzo, que também concedeu entrevista coletiva no Mineirão nesta terça-feira, foi outro a exibir confiança na força do Paraguai, mas ao mesmo tempo advertiu que, para vencer, a sua seleção precisará "estar perto de mostrar a sua melhor versão".

E ele prometeu que não mudará a forma de atuar do Paraguai pelo fato de ter pela frente uma equipe com um ataque poderoso como é o da Argentina. "O que acontece do outro lado importa pouco", disse. "Eu vou jogar segundo as minhas ideias", reforçou.

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