Antônio Carlos: aprendemos uma lição

Um dos mais experientes jogadores do grupo santista, o zagueiro Antônio Carlos, não encara as circunstâncias que envolveram o empate com o Cruzeiro, na última rodada, como um fato isolado. Para o zagueiro, de 35 anos, o episódio tem se repetido quando o time atua longe de seus domínios. Demonstrando estar inconformado com o resultado, Antônio Carlos considerou o empate uma "derrota". "É a verdade: o jogo só acaba quando o juiz apita e ontem ficou mais uma lição que vem sucedendo já desde o primeiro turno. O Santos fora de casa não vem conseguindo bons resultados. Espero que nos próximos jogos isso aí possa mudar e a gente consiga uma regularidade até o final", alertou o zagueiro. Ainda no intervalo do Mineirão, o técnico Vanderlei Luxemburgo havia atribuído a reação celeste ao fato de o time santista ter se acomodado em campo, quando vencia - já no segundo tempo - por uma diferença de três gols e tinha um jogador a mais em campo. "Nossa equipe relaxou na marcação. Pensávamos que o jogo já estava ganho e o Cruzeiro se superou e acabou chegando ao empate", constatou Antônio Carlos. Meta - Para ele, a meta estabelecida pelo grupo de conquistar pelo menos quatro pontos nas duas partidas fora de casa ficou mais difícil, principalmente porque o grupo deixaria Belo Horizonte com o "gosto amargo do empate para o Cruzeiro". Sobre o jogo contra o Juventude, o zagueiro diz que ninguém no Santos espera encontrar facilidades. "É um choque de líderes, um jogo muito difícil. A nossa proposta é conseguir no mínimo quatro pontos fora de casa, mas mesmo conseguindo os quatro pontos fica o gosto amargo do empate para o Cruzeiro".

Agencia Estado,

30 Agosto 2004 | 19h28

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