José Patrício/AE - 27/2/2010
José Patrício/AE - 27/2/2010

Antônio Carlos defende revezamento no Palmeiras

Treinador afirma que utiliza a inteligência e que prefere fazer mistério para o confronto contra a Ponte Preta

AE, Agencia Estado

18 de março de 2010 | 19h25

O técnico Antônio Carlos Zago defendeu nesta quinta-feira o revezamento realizado no elenco do Palmeiras na quarta, diante do Paysandu, pela Copa do Brasil. O treinador atribuiu a medida ao excesso de jogos da equipe e explicou que a decisão de poupar alguns jogadores foi planejada com antecedência.

"Acho que é incoerência algumas pessoas criticarem o revezamento que foi feito para o jogo contra o Paysandu. Primeiro, falavam que não tínhamos elenco para revezar e era isso que vinha prejudicando o time. Depois que a gente troca alguns atletas, também reclamam. Precisa ter inteligência", reclamou o treinador, que só colocou Robert e Cleiton Xavier em campo no segundo tempo.

Antônio Carlos promoveu o revezamento para evitar um maior desgaste físico dos dois jogadores. "Esse revezamento estava programado para acontecer desde a semana que estávamos em Itu. O Robert havia atuado todos os jogos da temporada e o Cleiton também era um dos que mais havia jogado. Além disso, queríamos dar ritmo ao Lincoln e ao Ewerthon", justificou.

O técnico ainda reclamou da maratona de jogos da equipe, que abre pouco espaço para os treinos. "Não é desculpa, mas a verdade é que não teremos tempo de treinar para o jogo deste sábado. O elenco está cansado, muito em razão da viagem, e vamos fazer um trabalho de prevenção até o momento da partida", disse, sem confirmar se vai poupar jogadores, contra a Ponte Preta, pelo estadual.

"Vai levar mais tempo para eu deixar o time do meu jeito. Não é em um mês que a gente consegue mudar. Só tive uma semana livre de trabalho e considero pouco para implantar uma nova identidade ao time", completou o treinador.

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