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Ao vetar estádios, MP diz que evita riscos no Paulistão

Nove campos não poderão receber partidas no Paulistão; Canindé é um dos estádios vetados

AE, Agencia Estado

14 de janeiro de 2010 | 16h39

Depois de receber laudos que o motivaram a vetar, nesta quinta-feira, nove estádios programados para receber jogos do Campeonato Paulista de 2010, o Ministério Público de São Paulo explicou que "apenas está cumprindo o seu papel constitucional de evitar riscos à integridade dos consumidores", segundo informou Roberto Senise Lisboa, promotor de Justiça do Consumidor.

 

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Os locais foram reprovados após a Federação Paulista de Futebol (FPF) receber laudos enviados pela Vigilância Sanitária, pelo Corpo de Bombeiros e pela Defesa Civil, que foram repassados ao Ministério Público de São Paulo.

Os nove estádios vetados são os seguintes: Décio Vitta (Americana), Atlético Monte Azul (Monte Azul Paulista), Augusto Schimidt Filho (Rio Claro), Novelli Júnior (Itu), Frederico Dalmazo (Sertãozinho), Canindé (São Paulo), Nabi Abi Chedid (Bragança Paulista), Hildenor Semeghini (Itápolis) e Santa Cruz (Ribeirão Preto).

"O Ministério Público não tem intenção de inviabilizar qualquer campeonato", ressaltou Roberto Lisboa, em comunicado enviado pelo MP de São Paulo, no qual revelou que a "Federação Paulista de Futebol será notificada hoje (quinta-feira) para mudar os locais dos jogos já na primeira rodada do Campeonato (Paulista)".

No comunicado, o Ministério Público explicou que a FPF e os clubes sabiam há seis meses de que entraria em vigor a Portaria 124 do Ministério do Esporte, que exige o envio dos laudos para que os estádios sejam liberados ou reprovados.

 

 

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