Franck Fife/AFP
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Aos 43 anos, Buffon estabelece 2023 como limite para se aposentar do futebol

'Na minha cabeça, realmente há um sinal de parada final, um limite máximo', revelou o goleiro da Juventus, em entrevista ao jornal inglês The Guardian

Redação, Estadão Conteúdo

03 de março de 2021 | 12h20

Um dos maiores goleiros da história da Itália, Gianluigi Buffon já estabeleceu uma data para definitivamente parar de jogar profissionalmente. Hoje, com 43 anos, o jogador da Juventus pensa em atuar por mais dois e se aposentar do futebol em 2023. Mas não descarta antecipar essa ideia para o final da atual temporada.

"Na minha cabeça, realmente há um sinal de parada final, um limite máximo, que é junho de 2023. Esse é o máximo, realmente o máximo. Mas eu também poderia parar de jogar em quatro meses", indicou o goleiro, em entrevista publicada nesta quarta-feira pelo jornal britânico The Guardian.

Buffon, que atuou em apenas 10 jogos na atual temporada - principalmente na Copa da Itália, sendo reserva do polonês Szczesny -, tem contrato com a Juventus até junho deste ano. "Dizem que, quando você atinge a minha idade, o declínio acontece de uma só vez, de um momento para o outro. Eu não acredito nisso. Eu sinto o que sinto e as sensações que tenho dentro de mim não me fazem pensar que vai haver algum colapso repentino", comentou.

O goleiro admitiu que segue na ativa com uma idade fora dos padrões para jogadores de futebol por acreditar que o destino guarda algum momento histórico para a sua carreira. Ele jamais conquistou a Liga dos Campeões da Europa, justamente o grande objetivo da Juventus nos últimos anos.

"Eu também acredito fortemente no destino. Quando a Juventus me ofereceu a chance de voltar, pensei: 'Nunca se sabe, talvez haja uma razão, algo pelo qual deva voltar. Uma última grande história para escrever'. Então, sendo honesto, há uma parte que se resume a esse pedaço de ego que todos nós temos", frisou.

O goleiro deixou a Juventus em 2018 após mais de 15 anos no clube e passou uma temporada no Paris Saint-Germain. Depois, retornou em 2019.

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