Apesar da derrota na estréia, Pfister ainda dirige Togo

O técnico de Togo, o alemão Otto Pfister, continuará à frente da seleção africana apesar da oposição de uma parte da Federação Togolesa de Futebol e do mau início da equipe no Mundial. "Não há nenhum problema. Pfister segue conosco", afirmou, nesta quarta-feira, o porta-voz da federação, Messan Attaluo.Ele desmentiu que Pfister voltou a ficar ameaçado de perder o cargo após a derrota da equipe para a Coréia do Sul, por 2 a 1, e reiterou que o técnico alemão estará no banco nos jogos contra Suíça e França.Dias antes do início do Mundial, Pfister pediu demissão e criou uma crise que, aparentemente, terminou com seu retorno à equipe. Apesar de não contar com o total apoio da federação togolesa, ele conta com simpatias decisivas - dentre elas a do vice-presidente da entidade, Rock Gnassingbé, irmão do presidente de Togo, Faure Gnassingbé.Por outro lado, entre seus mais declarados inimigos está o secretário da federação, Assogbavi Komlam, que reconheceu abertamente: "Estive contra ele desde o início. Ele não é bom para aequipe, e tem que sair".

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