Marcos Brindicci/Reuters
Marcos Brindicci/Reuters

Apesar da vitória, técnico da Dinamarca admite Peru superior: 'Tivemos sorte'

Age Hareide reconhece que, além do pênalti perdido por Cueva, seleção peruana criou outras boas chances

Estadão Conteúdo

16 Junho 2018 | 16h46

Após a vitória por 1 a 0 sobre o Peru neste sábado, em Saransk, o técnico da Dinamarca, Age Hareide, afirmou que o adversário jogou melhor, merecia o resultado e o triunfo do seu time na estreia pela Copa do Mundo da Rússia ocorreu porque teve sorte.

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"Minha equipe começou com medo. Eu não sei se isso afetou o ambiente, extremamente favorável ao Peru. Nós não estávamos no nosso nível no primeiro tempo e apenas estivemos bem 10 ou 15 minutos. Depois, melhoramos alguma coisa e até mesmo poderíamos marcar o segundo gol. Mas a derrota foi uma punição excessiva para o Peru. Tivemos sorte", reconheceu o treinador dinamarquês, na entrevista coletiva pós-jogo.

Age Hareide elogiou o futebol peruano e destacou a atuação de sua defesa. "Eles (Peru) fizeram muito para tentar conseguir o empate e você tem que dar crédito para nossa defesa e toda a equipe. É nosso quinto jogo sem sofrer um gol e é muito difícil conseguir isso jogando contra adversários da Copa do Mundo", discorreu o técnico, sobre os jogos contra Peru, neste sábado, e os quatro amistosos preparatórios contra México (2 a 0), Suécia (0 a 0), Chile (0 a 0) e Panamá (1 a 0).

O comandante da Dinamarca também apontou como positiva a atuação do VAR (árbitro de vídeo, na sigla em inglês), apesar de ter sido contra a sua equipe. O meia Cueva trombou dentro da área com o defensor dinamarquês e o árbitro nada marcou. Em seguida, pediu a análise do vídeo da jogada, voltou atrás e apontou pênalti. O próprio Cueva bateu para fora.

 

"A medida tomada me pareceu correta. Apenas interrompeu o jogo, mas acho que tem ajudado. Não foi como tem sido na temporada da Alemanha, com tantas interrupções. Ajudou o árbitro e foi bom", disse.

Na sequência da Copa do Mundo, pelo Grupo C, a Dinamarca pega a Austrália, na próxima quinta-feira, em Samara, e depois a França, no dia 26, em Moscou.

 

 

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