Após 3 dias, técnico do União Barbarense deixa prisão com pagamento de pensão

Claudio Britto foi detido após jogo contra o Mogi Mirim

O Estado de S.Paulo

21 de março de 2017 | 21h10

Após três dias de detenção por falta de pagamento de pensão alimentícia, o técnico Claudio Britto, do União Barbarense, que disputa o Campeonato Paulista da Série A2, foi solto da cadeia pública de Santa Bárbara d'Oeste, no início da noite desta terça-feira. O técnico foi preso no último sábado após a derrota por 4 a 1 para o Mogi Mirim.

De qualquer forma, ainda não há a confirmação se o técnico irá comandar o time na rodada desta quarta-feira da competição, diante do Bragantino, às 19h30, fora de casa, no estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista.

O valor total do débito era de R$ 9.140,83 de pensão alimentícia. O mandado de prisão havia sido expedido pelo juiz Fábio Rodrigues, da 3.ª Vara de Mogi Mirim. O débito foi pago por um grupo de amigos, mesmo porque o clube ainda não teria pago nenhum salário nesta temporada e ocupa a lanterna da tabela, com quatro pontos, e está virtualmente rebaixado para a Série A3.

A expectativa da defesa de Claudio Britto era a de que Britto saísse da prisão na segunda-feira após o pagamento do débito, mas o mandado de soltura demorou para ser expedido. Na saída da cadeia pública, o técnico do União Barbarense optou por não falar sobre o assunto com a imprensa e foi embora acompanhado de sua atual esposa.

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