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Após aceitar Copa América, prefeito de Cuiabá pede a Bolsonaro lote extra de vacina

Emanuel Pinheiro se reuniu com o presidente nesta terça-feira, quando fez o pedido de 670 mil doses

Gustavo Côrtes / Brasília, O Estado de S.Paulo

09 de junho de 2021 | 00h00

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), pediu nesta terça-feira ao presidente Jair Bolsonaro o envio de volume adicional de 670 mil doses de vacinas contra covid-19 para o município, uma das sedes da Copa América. A informação é do deputado federal Emanuelzinho (PTB-MT), filho do prefeito da capital mato-grossense, após reunião com o presidente, no Palácio do Planalto.

 Apesar do discurso do governo e do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de que os riscos da Copa América são mínimos, o deputado avaliou que o torneio deve atrair viajantes e, assim, aumentar o risco de disseminação da covid-19.

Acompanhado do pai na audiência com Bolsonaro, Emanuelzinho disse que também participará de reunião nesta quarta-feira, com Queiroga e o ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos. O encontro vai definir a quantidade de doses que será enviada a Cuiabá. "Nós queremos o máximo possível. Queremos vacinar a cidade inteira, mas não sabemos se será possível", afirmou o deputado ao Estadão/Broadcast Político.

Mesmo com a demanda, o prefeito de Cuiabá não entrará na lista dos que necessitarão do suporte extra, caso o governo atenda o pedido. Diagnosticado com hipertensão, Emanuel Pinheiro recebeu nesta segunda-feira, a primeira dose de vacina contra covid-19.

Emanuelzinho, por sua vez, disse que Bolsonaro se mostrou "surpreendentemente receptivo" e perguntou sobre as pretensões políticas de Emanuel Pinheiro, que não descarta uma candidatura ao governo do Estado, em 2022. "Ele respondeu que está avaliando e que ainda não tomou uma decisão", contou.

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