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Após 'ano bom', Dunga projeta 2015 'bem mais difícil' para a seleção

Treinador lembra de dois desafios para a equipe brasileira na próxima temporada: a Copa América e as Eliminatórias do Mundial

Estadão Conteúdo

18 de dezembro de 2014 | 19h57

Em uma breve avaliação do seu trabalho à frente da seleção brasileira neste ano, Dunga aprovou o rendimento da equipe no segundo semestre de 2014 e elogiou o comprometimento dos jogadores. Mas fez questão de ressaltar que o próximo ano "será bem mais difícil" por causa da Copa América e do início da disputa das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

"Em seis meses, conseguimos os resultados que apresentamos. Mas, mais que os resultados em si, [foi positivo] a forma de trabalho, o entendimento dos jogadores do que a seleção brasileira representa. O fato de eles terem vindo depois da Copa do Mundo com esse espírito de dar o melhor para a seleção brasileira", comentou Dunga.

Preocupado com a queda do moral da equipe após o fracasso no Mundial, o treinador citou o volante Fernandinho como exemplo de comprometimento. "Teve um episódio que foi fantástico, em que o Fernandinho contratou um avião privado para viajar, para tirar o visto, fez todo o esforço para jogar. Essa tem que ser a filosofia, o jogador não pode medir esforços para estar com a seleção e representar bem o seu país", destacou.

Por causa desta postura e do retrospecto invicto - seis vitórias em seis jogos - desde que voltou à seleção, Dunga fez balanço positivo da equipe nacional. "Foi um ano bom. Ainda é um início de trabalho, as pessoas tem de entender que não é em seis meses que a gente alcança tudo que a gente quer", ponderou.

O treinador, contudo, projetou as dificuldades que a seleção enfrentará no ano que vem. "Será bem mais difícil, temos que nos preparar ainda melhor. Vai ter a Copa América e a Eliminatória, que é o ponto chave nos próximos quatro anos, e nós temos que estar preparados", alertou Dunga.

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