Odd Andersen/AFP
Odd Andersen/AFP

Após quebrar protocolo em premiação, Macron diz 'obrigado' à seleção francesa

Presidente da França assistiu in loco à vitória sobre a Croácia, em Moscou

Estadão Conteúdo

15 de julho de 2018 | 18h14

O presidente da França, Emmanuel Macron, foi figura de destaque neste domingo no estádio Luzhniki, em Moscou, onde a seleção francesa venceu a Croácia por 4 a 2 e faturou o título da Copa do Mundo. Depois de inicialmente exibir nervosismo enquanto ilustre torcedor do seu país no setor VIP onde se acomodou como convidado da Fifa e do presidente da Rússia, Vladimir Putin, o chefe de Estado explodiu de euforia com os gols franceses e comemorou o bicampeonato mundial francês de forma efusiva.

+ Guarda-chuva apenas para Putin em final da Copa revolta torcedores: 'fresco'

+ Final da Copa tem líder indiciado por crime de guerra em camarote com Putin

Fugindo um pouco do padrão de comportamento normalmente exibido pelas autoridades em eventos esportivos desta magnitude, Macron chegou a entrar no vestiário da seleção francesa para comemorar com os jogadores, deu um discurso, se divertiu com o meia Pogba enquanto estava sendo filmado para uma Snapchat (rede social de mensagens instantâneas com base de imagens) e ainda fez pose ao ser fotografado pelo defensor Benjamin Mendy.

Depois do jogo, eufórico, Macron distribuiu beijos durante a comemoração do título no palco da cerimônia de premiação montado no gramado do estádio Luzhniki, realizada sob intensa chuva. Ele deu "beijos consoladores" nas duas bochechas da presidente da Croácia, Kolinda Grabar-Kitarovic, e também beijou as testas de Mbappé e Griezmann, dois principais nomes da campanha da França neste Mundial, com quatro gols marcados cada um.

 

Para completar, o líder francês ainda beijou o topo dourado do troféu da Copa do Mundo antes mesmo que o goleiro Lloris, capitão da França, se tornasse o primeiro jogador da seleção comandada por Didier Deschamps a erguer a cobiçada taça neste domingo.

Depois disso, Macron fez uma breve postagem em sua conta no Twitter no qual escreveu apenas uma palavra: "Merci" (obrigado, em francês), em agradecimento à seleção nacional pela conquista do segundo título mundial do país, 20 anos após o primeiro, garantido pela equipe de Zidane com vitória por 3 a 0 sobre o Brasil na final do Mundial de 1998.

 

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.