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Após cinco jogos sem vencer, Ceará tenta encerrar jejum na abertura do 2º turno

Time de Enderson Moreira busca reação no Brasileirão diante do CSA, fora de casa

Redação, Estadão Conteúdo

22 de setembro de 2019 | 14h45

Sem vencer uma partida no Campeonato Brasileiro desde o dia 10 de agosto, quando goleou a Chapecoense por 4 a 1, em Fortaleza, o Ceará já acumula cinco jogos sem vitórias e tentará quebrar este incômodo jejum neste domingo, quando enfrenta o CSA, às 16 horas, no estádio Rei Pelé, em Maceió, pela 20ª rodada da competição, a primeira do segundo turno.

E nesta sequência de cinco partidas sem bater um adversário o time cearense somou apenas dois pontos, fato que o faz contabilizar 22 e ainda se ver próximo da zona de rebaixamento. Desta forma, a meta é finalmente voltar a vencer o CSA, que está na área de risco da tabela, com 16 pontos, mas que conquistou uma boa sequência de resultados na reta final do primeiro turno.

"Eles estão mais encorpados, mais motivados devido os últimos resultados. Mesmo assim a gente sabe o que tem que fazer para conseguir o resultado. Mesmo sabendo que eles estão crescendo, a gente está trabalhando muito para buscar essa vitória. Vai ser um jogo extremamente difícil", analisou o atacante Bergson, que ficará como opção no banco de reservas do Ceará neste domingo.

Para este duelo em Maceió, o técnico Enderson Moreira deverá promover apenas uma mudança na equipe titular: Cristovam na vaga de Samuel Xavier, suspenso pelo terceiro cartão amarelo.

Sendo utilizado pelo treinador como uma espécie de 12º jogador, pois costuma entrar com frequência na equipe no decorrer das partidas, o atacante Wesley exibiu cautela ao projetar o confronto com o CSA, deixando claro que o fato de o adversário ocupar a 18ª posição não ilude o time cearense.

"Todo jogo é difícil. Eles empataram com o São Paulo jogando no Morumbi. Então, como a gente vai encarar um jogo desse como um jogo fácil? Acho que a gente tem que ter humildade suficiente pra saber que do outro lado também tem jogadores, pais de família, um trabalho, então temos que respeitar", enfatizou.

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