Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Após contratações, São Paulo tenta enxugar elenco com empréstimos

Clube trouxe sete novas caras para a temporada e busca dar rodagem aos mais novos

Renan Cacioli, O Estado de S. Paulo

08 de janeiro de 2019 | 17h13

Depois de contratar sete reforços para 2019 – Igor Vinícius, Léo, Pablo, Tiago Volpi, Hernanes, Biro Biro e Willian Farias –, o São Paulo tem um efeito colateral a tratar: o elenco inchado demais, que chegou a 34 peças. A solução encontrada pela diretoria tem sido emprestar quem dificilmente receberia chances na equipe, especialmente os mais novos, para que ganhem rodagem.

Até agora, algumas transações já foram concluídas. O meia Shaylon, por exemplo, cujo contrato com o São Paulo vai até janeiro de 2022, acabou emprestado ao Bahia por uma temporada. Ao término do período, o clube baiano ainda terá a opção de compra. O jogador de 21 anos teria a companhia do lateral Caique, mas o negócio que já estava certo acabou desfeito nesta terça. Houve divergência em alguns pontos do contrato, e o atleta preferiu desistir.

O atacante Pedro Bortoluzzo, outro formado na base do São Paulo, foi cedido ao Criciúma. Recentemente, o ex-coordenador de futebol tricolor, Ricardo Rocha, acertou-se com a equipe catarinense para ser o assessor especial de futebol, o que leva a crer que a chegada do jogador tenha sido indicação sua.

Tanto Shaylon quanto Pedro treinavam com o elenco principal no ano passado, mas há casos também de atletas que voltariam de empréstimo para o Morumbi, mas nem desfizeram as malas. Como o também meia Thomaz, que defendeu o Paysandu na últmia Série B e, agora, foi emprestado para o Bolívar-BOL.

A diretoria são-paulina estuda ceder outros nomes. A ideia é trabalhar com um grupo menor de jogadores. Só de volantes, são seis opções para o técnico André Jardine: Hudson, Jucilei, Liziero, Luan, Araruna e o recém-contratado Willian Farias. Do meio para frente, há 15 nomes, contando a molecada da base (Helinho, Igor Gomes e Antony).

 

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