Thiago Toledo / Ponte Press
Thiago Toledo / Ponte Press

Após dar faixa de capitão, técnico da Ponte se diz decepcionado com Rodrigo

Eduardo Baptista foi quem apostou no zagueiro de 37 anos e se arrependeu

Estadão Conteúdo

01 de dezembro de 2017 | 19h14

Demorou, mas o técnico Eduardo Baptista finalmente falou com a imprensa após o rebaixamento da Ponte Preta para a Série B do Campeonato Brasileiro. E, como não poderia ser diferente, foi questionado sobre a expulsão infantil do zagueiro Rodrigo no último domingo, na derrota para o Vitória por 3 a 2, em estádio pleno Moisés Lucarelli, em Campinas (SP).

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A entrada de Rodrigo no time titular foi uma das mudanças feitas por Eduardo Baptista assim que chegou ao clube para substituir Gilson Kleina. Apostando na experiência do zagueiro de 37 anos, o treinador deu a faixa de capitão para ele. Por isso, o sentimento é de decepção com o comandado.

"A gente fica decepcionado. Você trabalha e prepara o time, que já tinha sofrido com expulsões. Eu me esquivava do assunto, mas a gente vinha trabalhando internamente para minimizar isso e equilibrar o emocional do grupo. Tem coisas que fogem do seu alcance", explicou Eduardo Baptista.

Rodrigo, inclusive, foi liberado pela diretoria dos treinamentos ao longo da semana e está em Sorocaba (SP), onde tem uma casa. O contrato do zagueiro deve ser rescindido nos próximos dias, embora tenha validade até dezembro de 2018.

Neste domingo, quando a Ponte Preta se despede da elite do Campeonato Brasileiro diante do Vasco, no estádio de São Januário, no Rio de Janeiro, ele dá lugar para Marllon. Essa deve ser a única alteração feita por Eduardo Baptista. A ideia é manter o grupo que sofreu nas últimas rodadas na luta contra o rebaixamento.

Na 19.ª e penúltima colocação com 39 pontos, a Ponte Preta não tem mais chances de escapar da Série B, mas quer se despedir da elite de forma digna com uma vitória.

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