Após decepção, Ponte Preta tenta se reabilitar contra a Chapecoense

Equipe vem de uma derrota por 3 a 0 para o Atlético-GO

Estadao Conteudo

11 de junho de 2017 | 07h38

A Ponte Preta espera buscar a reabilitação no Campeonato Brasileiro diante da Chapecoense, neste domingo, no Moisés Lucarelli, pela sexta rodada. O técnico Gilson Kleina ainda não sabe o que fazer para conquistar estes pontos, mas tem certeza do que não pode ser feito: repetir a apatia e o futebol previsível mostrados na derrota para o Atlético-GO, por 3 a 0, na última quinta-feira, em Goiânia.

A péssima atuação do time abriu um vácuo na campanha regular do time campineiro, que tem sete pontos e terminou a rodada em oitavo lugar. "Fizemos um jogo muito ruim, bem abaixo da média. Temos que ser bem diferentes diante de nossa torcida" disse Kleina, lembrando que o time já conquistou duas vitórias dentro do seu estádio. Na estreia goleou o Sport, por 4 a 0, e depois bateu o São Paulo, por 1 a 0.

A preocupação de Gilson Kleina é equilibrar o setor de meio-campo, com força na marcação e capacidade de empurrar o time ao ataque. Os volantes Fernando Bob e Naldo estão machucados e Elton acabou suspenso por ter sido expulso em Goiânia. Jadson deve entrar ao lado do experiente volante Wendel, ficando uma vaga a ser preenchida. Ela pode ser de Ravanelli, revelado na base do clube, e que alterna bons e maus momentos. Ou então ser ocupada por Renato Cajá, ainda sem ritmo de jogo, e sem condições físicas para suportar os 90 minutos.

Tanto o setor defensivo como ofensivo devem ser mantidos. O atacante Emerson Sheik que participou dos últimos dois jogos continua como opção no banco de reservas, que pode ter pela primeira vez como opção Negueba, revelado pelo Flamengo e que estava no Atlético-GO.

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