Após envergonhar Nobre, Palmeiras promete nova postura

Dirigente revela frustração com derrota para a Chapecoense

O Estado de S.Paulo

12 de outubro de 2015 | 07h00

A goleada de 5 a 1 da Chapecoense sobre o Palmeiras ainda não foi bem digerida pelos jogadores e diretoria da equipe paulista. O presidente do clube, Paulo Nobre, admitiu que sentiu vergonha do que aconteceu e espera por mudanças na quarta-feira, quando a equipe encara a Ponte Preta, às 21h, no Allianz Parque. 

A pressão em cima dos jogadores é grande. Além da declaração pública do dirigente, o técnico Marcelo Oliveira já havia realizado uma reunião com os atletas no gramado, onde os cobrou de forma veemente e a expectativa é de uma nova postura já nesta quinta-feira. 

"Reagi como todo palmeirense, fiquei envergonhado. Tenho orgulho muito grande desse grupo de jogadores e sei do que eles são capazes. Tenho certeza que todos se sentiram como eu me senti e que o Palmeiras vai mostrar do que é capaz no Allianz", disse o dirigente. 

Para essa partida, Marcelo Oliveira pode contar com o retorno de Robinho e Zé Roberto, ambos recuperados de lesão. O resultado fez com que o Palmeiras ficasse fora do G-4, mas a situação pode se reverter na próxima rodada. 

O alviverde soma 45 pontos e ocupa a 6ª colocação, com apenas um ponto a menos do que os rivais Santos e São Paulo (quarto e quinto colocado, respectivamente). Se classificar para a Libertadores do ano que vem é o principal objetivo da equipe na temporada. Além do Brasileiro, o time pode conseguir chegar ao que pretende através da Copa Brasil, onde está na semifinal e enfrentará o Fluminense. 

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