Alexandre Lops/Divulgação
Alexandre Lops/Divulgação

Após derrota na estreia, Inter joga pressionado no Beira-Rio

Gaúchos tentam se recuperar do revés por 3 a 1 para o Strongest contra a Universidad de Chile e contarão com apoio da torcida

Estadão Conteúdo

26 de fevereiro de 2015 | 08h05

Depois de uma estreia ruim na Copa Libertadores, na qual caiu por 3 a 1 diante do The Strongest, na Bolívia, o Internacional entra em campo nesta quinta-feira, às 20h15, no Beira-Rio, pressionado a conquistar uma vitória sobre a Universidad de Chile, pela segunda rodada do Grupo 4 da competição continental.

O time chileno, por sua vez, caiu em casa diante do Emelec em sua estreia e também precisará buscar um triunfo em Porto Alegre para aumentar as suas chances de classificação às oitavas de final do torneio. Após ter caído por 3 a 1 na estreia, a equipe colorada sabe que precisa dar uma resposta ao seu torcedor nesta quinta. Para isso, o time terá de superar o desfalque do atacante Nilmar, expulso por causa de uma falta violenta no confronto realizado em La Paz, já no finalzinho da partida.

Sem Nilmar, o técnico Diego Aguirre resolveu fazer mistério e esconder a escalação da equipe titular para o duelo diante dos chilenos. Com a perda do atacante, Rafael Moura seria a opção natural para substitui-lo, mas o treinador admite a possibilidade de atuar sem um centroavante fixo. "O importante é a movimentação, não é preciso um camisa 9 necessariamente. O Barcelona jogava sem o 9, mas tinha muitos atletas de qualidade. É importante isso", disse o comandante, em entrevista coletiva nesta quarta.

Assim, Aguirre indica que pode optar pela centralização de Eduardo Sasha, atuando como um "falso 9". Se isso acontecer, Alex ou Vitinho poderão entrar na vaga de Nilmar. Outra dúvida é no meio de campo, já que Anderson não está agradando nesse início de trajetória pelo Inter. Assim, Nicolás Freitas pode ganhar a titularidade.

Independentemente da formação utilizada, o técnico uruguaio promete uma equipe ofensiva. "O Inter tem que jogar, não tem como não jogar para cima no Beira-Rio, com a torcida. Temos que propor, buscar, o objetivo é esse. A Universidad de Chile é um time importante, que também joga, que não vem para se defender e vai propor um futebol ofensivo. Vai ser um bom jogo, dois times que precisam da vitória."

Já a Universidad de Chile não poderá contar nesta quinta com o defensor uruguaio Mathías Corujo, que segue cumprindo uma suspensão de três partidas imposta no ano passado, quando ele ainda atuava pelo Cerro Porteño, do Paraguai.

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