Após derrota, técnico do Arsenal critica arbitragem

Após a derrota para o Porto por 2 a 1, o técnico do Arsenal, Arsène Wenger, não poupou críticas ao árbitro sueco Martin Hansson, conhecido por não ter marcado a mão na bola de Thierry Henry na partida que garantiu a França na Copa do Mundo, diante da Irlanda.

AE, Agencia Estado

17 de fevereiro de 2010 | 22h43

Para Wenger, não houve irregularidade da defesa do Arsenal no lance do segundo gol do Porto. Na jogada, o zagueiro Sol Campbell recuou com o bico da chuteira para o goleiro, que acabou pegando a bola com a mão. Na cobrança do tiro indireto, os anfitriões foram rápidos e mandaram para as redes quando o goleiro Lukasz Fabianski estava de costas.

"O que você pode fazer? O recuo foi acidental. Onde já se viu um zagueiro chutar a bola com o dedão? A bola acertou Sol, não foi intencional. E precisa ser intencional para ser um tiro livre. É difícil de entender como o árbitro pode interpretar essa jogada desse jeito", criticou Wenger.

O técnico ainda reclamou da atitude do árbitro, que permitiu ao Porto cobrar rápido o tiro indireto. "Se você permite ao time bater rapidamente, a apenas cinco metros do gol, como é possível se defender? É mais fácil que pênalti. É inacreditável que ele tenha permitido a cobrança", criticou.

Wenger também apontou os erros do seu time, que cedeu os dois gols do Porto por causa de erros da defesa. "Os gols que demos ao adversário são difíceis de imaginar em um jogo de Liga dos Campeões", comentou o técnico, que evitou avaliar a fraca atuação do goleiro Fabianski. O reserva de Almunia errou nos dois lances que geraram os gols do Porto.

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