Reprodução/Twitter
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Após descumprimento de lei municipal, Santos culpa FPF por queima de fogos

Cidade não permite pirotecnia realizada na abertura do Paulistão

Estadão Conteúdo

04 Fevereiro 2017 | 21h18

O Santos publicou, neste sábado, uma nota oficial se defendendo das acusações de ter descumprido uma lei municipal por causa da queima de fogos na abertura do Campeonato Paulista, na última sexta-feira, na Vila Belmiro. De acordo com o clube, a Federação Paulista de Futebol (FPF) foi responsável pela pirotecnia e realizou a exibição mesmo após ser avisada da proibição.

A FPF realizou uma cerimônia de abertura do Paulistão antes da partida entre Santos e Linense. No entanto, a pirotecnia tornou-se ilegal no município santista recentemente por meio de uma lei complementar.

"Toda a programação definida para o evento de abertura do Campeonato Paulista foi realizado sob a responsabilidade da Federação Paulista de Futebol, inclusive a contratação da empresa Flames Comércio Pirotécnicos e Eventos Ltda., encarregada da realização da queima de fogos", escreveu o clube.

O Santos afirma que avisou a empresa sobre a proibição da queima de fogos de artifício que emitam barulho. O clube ainda diz que apoia a lei, criada em benefício do bem-estar de animais domésticos, e busca apoiar outras iniciativas similares.

"Mesmo de posse de alvará emitido pelo Setor de Produtos Controlados da Polícia Civil, a referida empresa foi antecipadamente notificada pelo Santos FC, por meio de ofício, sobre a existência da recente Lei Municipal que proíbe a queima de fogos de artifício que emitam barulho", relatou o Santos.

"O Santos FC lamenta a ocorrência da não observância ao novo dispositivo legal, ao mesmo tempo em que apoia e compartilha das iniciativas que visam salvaguardar a saúde animal no Município, inclusive realizando ações nesse sentido, como campanhas de doação, castração e vacinação antirrábica", finalizou.

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