Após desistir de ir à Copa, bandeirinha é banido pela Confederação Africana

Aden Range Marwa acusado de corrupção em um caso de manipulação de resultado

Estadão Conteúdo

07 Julho 2018 | 20h58

Um mês após desistir de ir à Copa do Mundo da Rússia, o bandeirinha queniano Aden Range Marwa foi banido do futebol neste sábado, por decisão da Confederação Africana de Futebol. Ele desistiu de atuar no Mundial após ser acusado de corrupção em um caso de manipulação de resultado.

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O árbitro assistente foi flagrado recebendo pagamento de US$ 600 (cerca de R$ 2,3 mil) em um documentário produzido por um jornalista de Gana.

Outras evidências de corrupção, colhidas pelo vídeo, forçaram a renúncia do presidente da Federação de Futebol de Gana, Kwesi Nyantakyi, no mês passado. Ele também precisou deixar o cargo de vice-presidente da Confederação Africana e de integrante do Conselho da Fifa.

 

Ao todo, a entidade africana anunciou neste sábado a suspensão de mais de dez árbitros e bandeirinhas, entre dois e dez anos. Eles são de diferentes países, como Gana, Costa do Marfim e Níger.

Outros dez árbitros de Gana e da Libéria foram suspensos, mas estão dependendo de audiências disciplinares da Confederação, em agosto, para saberem o seu futuro.

 

 

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