Ettore Ferrari/EFE
Ettore Ferrari/EFE

Após eleição fracassada, Federação Italiana de Futebol nomeia presidente interino

Comitê Olímpico Nacional Italiano nomeou Roberto Fabbricini, que era secretário geral da entidade

Estadão Conteúdo

01 de fevereiro de 2018 | 15h18

Após a eleição fracassada no início desta semana, a Federação Italiana de Futebol (FIGC, na sigla em italiano) não conseguiu encontrar um substituto para o ex-presidente Carlo Tavecchio e Roberto Fabbricini assumiu nesta quinta-feira como presidente interino da entidade.

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O Comitê Olímpico Nacional Italiano (CONI, na sigla em italiano), que supervisiona todos os esportes na Itália, foi o responsável pela nomeação de Roberto Fabbricini, que era secretário geral da entidade.

O presidente da CONI, Giovanni Malago, diz que as medidas de emergência "vão durar seis meses e, no momento, não sabemos se esse tempo será suficiente ou se teremos que estender".

A medida de emergência foi imposta à FIGC depois da tentativa fracassada na última segunda-feira de eleger um novo presidente. As regras da eleição da FIGC determinam que um candidato só pode ser o vencedor se tiver pelo menos 50% dos votos mais um. Mas depois de três tentativas realizadas, os delegados não conseguiram chegar a um acordo que determinasse o novo líder.

O ex-presidente da FIGC, Carlo Tavecchio, renunciou ao cargo no começo de novembro, uma semana depois de a seleção nacional não conseguir a vaga para a Copa do Mundo de 2018, que será na Rússia. Ele havia sido reeleito para quatro anos no cargo em março passado, mas passou a sofrer grande pressão depois da desclassificação na repescagem europeia pela Suécia, considerada um desastre no país, e decidiu se afastar.

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