Após empate, dirigente do Palmeiras critica arbitragem

Diretor Wlademir Pescarmona afirma que fará protesto na Conmebol e que time alviverde deveria ter vencido

AE, Agência Estado

27 de outubro de 2010 | 23h23

A arbitragem de Marcelo de Lima Henrique causou irritação no vestiário do Palmeiras depois do empate por 1 a 1 com o Atlético Mineiro, nesta quarta-feira, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG). Indignada com as decisões do juiz, a diretoria palmeirense promete fazer uma reclamação formal à Confederação Sul-Americana.

 

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"Isso foi uma brincadeira. Com certeza, vamos fazer um protesto veemente na Conmebol. Chegando em São Paulo, vamos acionar o departamento jurídico", reclamou o diretor de futebol palmeirense, Wlademir Pescarmona.

O dirigente criticou o pênalti marcado a favor do Atlético no segundo tempo. No lance, Márcio Araújo teria feito falta em Obina dentro da área. "Não foi pênalti sobre o Obina, foi uma arbitragem ruim. O Palmeiras não pode aceitar essas coisas. O time foi bem superior no segundo tempo e merecia ter conquistado a vitória", completou.

Pescarmona, no entanto, procurou não acusar a arbitragem de tentar prejudicar o Palmeiras para evitar que o clube seja campeão, o que deixaria o Brasileirão com três vagas disponíveis para a Libertadores, em vez de quatro. "Quero que o árbitro seja punido pelo que ele fez no campo. Vou me basear nisso, não quero pensar nisso. Seria um absurdo", disse o cartola.

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